4.2.05

Revista Maguila nº4

O pessoal da BaseV colocou no ar a 4ª edição da Maguila revista de imagens disponível em PDF para download no endereço: www.basev.has.it (O arquivo é pesado: 9Mb, mas vale a pena, pois a revista é muito bonita)

2.2.05

Saiba mais sobre o FSM2005

A maior edição do Fórum Social Mundial realizada até aqui encerrou-se dia 31 de janeiro. No total, foram 155 mil participantes, sendo que desses, 35 mil ficaram no Acampamento Intercontinental da Juventude. Pessoas de 135 países estiveram envolvidas em 2.500 atividades, e 2.800 voluntários trabalharam na realização do encontro. Só na marcha de abertura do Fórum em Porto Alegre estiveram presentes mais de 200 mil pessoas... quer saber um pouco sobre no que isso deu? Acesse os links deste endereço: http://www.radiobras.gov.br/especiais/forumsocialmundial_2005/links%20FSM.php ..e não se iluda, vc nunca vai ficar sabendo sobre o que realmente acontece no Fórum Social através da Globo, Folha de São Paulo ou outro veículo da grande mídia, pois esses, só publicam o que é de interesse deles.

Gilberto Gil no debate "As Implicações Sociais das Revoluções Digitais"

Chego de mais um Fórum Social Mundial, e pego emprestado as palavras do Gil para compartilhar com vcs: "Tenho percorrido nos últimos dias os diversos territórios que se entrelaçam no Fórum Social Mundial. Participei de encontros e diálogos tão diversos quanto o público que ocupa as tendas, os armazéns, as praças e os cinemas de Porto Alegre. Estive (e ainda estou) atento a quase tudo e a quase todos. Com os olhos e os ouvidos abertos, empreendo aqui uma espécie de peregrinação. Trata-se de uma experiência intensa, repleta de trocas afetivas, culturais, políticas, enfim, trocas de todos os tipos, que se dão a cada encontro, a cada diálogo. Aprende-se e ensina-se muito no Fórum Social Mundial. Diverte-se, sobretudo. Há estímulos e referências para reflexões e vivências de várias ordens, muitas vezes contraditórias, muitas vezes paradoxais, mas sempre instigantes. Um desses paradoxos é a convivência cotidiana entre o mais arcaico discurso político, a mais bizantina forma e o mais bizantino conteúdo, a mais antiga e superada agenda, a mais antiga e superada atitude, e as formas contemporâneas, os conteúdos, as agendas e as atitudes mais sintonizadas com o nosso tempo. A convivência entre o analógico e o digital, entre a foice e o martelo e os fluxos virtuais. Há espaço e provavelmente sentido em tudo isso, talvez porque o impulso básico da mudança, da transformação e do progresso esteja, ou tenha estado, um dia, na gênese de todos os movimentos de contestação da ordem e de construção de novas ordens. O impulso fundamental de superação, de aventura e de peregrinação que se fez e se faz presente em cada passo adiante da humanidade. As pessoas e as organizações que constituem o Fórum Social Mundial têm, portanto, uma base comum, ainda que as falas, as visões, os métodos e as práticas sejam diferentes. Eis o que explica a convivência pacífica e estimulante entre agendas tão díspares, por exemplo, como a agenda deste encontro, sobre a revolução digital e as novas redes, e as agendas dos partidos marxistas tradicionais. Em meio a tantas vertentes, há que se fazer, ao longo da peregrinação, algumas escolhas. Embora tenha cruzado vários territórios e experimentado várias agendas, embora identifique em todas o generoso impulso comum que mencionei, confesso a vocês que a minha agenda, o meu território, o meu movimento, enfim, aquilo que me parece mais contemporâneo e desafiador, está aqui. Eis a minha escolha pessoal e intransferível. Entre o "anti" e o "pro", entre a reclamação e a ação, entre a negação e a compreensão, fico com o "pro", fico com a ação, fico com a tentativa positiva de entender as coisas em sua complexidade, para construir estratégias de transformação mais adequadas ao aqui e ao agora. Sou ministro, sou músico, mas sou, sobretudo, um hacker, em espírito e vontade. Todos aqui sabem que sou um defensor, e mais do que um defensor, um praticante, um usuário, um entusiasta, do software livre, dos instrumentos de realização de redes virtuais e remotas, dos programas de inclusão digital, da aceleração e da multiplicação de trocas e das formas mais intensas, mais radicais, mais inovadoras de exercício da liberdade de pensamento, de expressão e de criação. Seja o que for que as corporações pensam e sentem quando ganham dinheiro ou economizam dinheiro com o GNU-Linux, com as redes de computadores, com os cabos, as fibras e os transmissores, e com a aceleração das trocas de informações e o trabalho remoto, uma coisa é certa: a batalha do software livre, da Internet livre e das conexões livres vai muito além delas, de seus interesses. É a mais importante, e também a mais interessante, e a mais atual das batalhas políticas. Claro que há uma revolução francesa, ou várias revoluções francesas, a fazer no planeta, seja dentro dos países, seja no comércio internacional. Ainda nos defrontamos não apenas com discursos do Século 19, mas também com realidades do Século 19. Mas não podemos secundarizar o presente. E o futuro. Trata-se, eu dizia, da batalha mais importante travada hoje nos campos da tecnologia, da economia e da vida social. Não por acaso, ela está em profunda articulação com outra batalha vital, a da diversidade cultural, que tem nas novas mídias e redes planetárias um habitat de proteção, afirmação e desenvolvimento com vasto poder de multiplicação em termos de intensidade e quantidade. Este cenário pode significar uma mudança nas formas de produção e difusão da subjetividade humana capaz de transformar inclusive os conceitos de civilização e desenvolvimento que usamos atualmente. Pode haver impacto mais profundo, e mais libertário, do que este? Estou falando da construção de territórios amplos e perenes, e não apenas temporários, como este Fórum, de igualdade e pluralidade. O mais fascinante é que este movimento, esta marcha das multidões contemporâneas globais, um movimento que assume formas variadas, com bandeiras variadas, surgiu da própria sociedade, de indivíduos que se associam em progressão geométrica, através de redes próprias, e não das empresas, dos partidos, dos sindicatos, enfim, dos meios tradicionais de representação e de articulação. Isso implica uma mudança estrutural, não somente no conteúdo, mas na forma e no processo, que se reflete no que se diz, no que se propõe, e também em como se diz, como se conecta. O trabalho está mudando radicalmente, e também o modo como se pensa, como se cria, como se ama, como se troca e como se governa. E tudo isso tem ocorrido de maneira descentralizada e abrangente. Trata-se da resultante do trabalho individual e coletivo de gente com interesses, visões e bagagens culturais diferentes, que decidiu trabalhar, algumas vezes de graça, recriando o sentido da palavra trabalho, para que mais e mais pessoas, no mundo inteiro, tornem-se pilotos de seus próprios destinos e realizem seu potencial humano, seja no convívio, seja na produção, seja na criação. Já temos, aqui no Brasil, uma vasta experiência acumulada no campo do software livre, da inclusão digital e da constituição de territórios autônomos e articulados de reflexão, produção e difusão. Há milhares de projetos, protótipos, redes e até mesmo uma produção acadêmica significativa. Agora, esta ampla mobilização de inteligências e sensibilidades desemboca no próprio governo. Eis outro aspecto fascinante do que estamos vivenciando. O governo federal brasileiro, e também alguns governos locais, como os governos de duas cidades do estado do Rio de Janeiro, os governos de Nova Iguaçu e de Piraí, enfim, esses governos abraçaram a causa, transformando a cultura digital, as práticas digitais, as conexões digitais livres, em uma de suas políticas estratégicas. No MinC estamos desenvolvendo um laboratório de conhecimentos livres, coordenado por Cláudio Prado e articuladores. As próprias iniciativas da sociedade, do terceiro setor, encontram-se hoje em novo patamar, mais amadurecidas, mais consistentes. É com alegria, portanto, que devemos saudar as experiências de inclusão digital, de adoção do software livre e de mudança do conceito (e da gestão) da propriedade intelectual, assim como os debates sobre o impacto da revolução digital em todos os campos. Penso, por exemplo, na questão dos direitos conexos, com as novas formas de licenciamento e gestão de conteúdos, a exemplo do movimento Creative Commons, que abre perspectivas inteiramente novas para criadores e fruidores de arte e entretenimento, formas oxigenadas, não-corporativas, progressistas mesmo, em temas historicamente aprisionados pela ortodoxia analógica reacionária. O Brasil pode e deve aproveitar este contexto favorável, em que mais e mais pessoas despertam para os desafios que as novas mídias e as velhas injustiças nos colocam, em que o próprio governo incorpora o software livre e o que ele representa como prioridade, para empreender passos concretos no sentido da ampliação dos territórios de inclusão digital, de igualdade digital, de justiça digital. Não se trata, como eu disse, de um movimento ?anti?, mas de um movimento ?pro?, ou seja, a favor da valorização e da disseminação de uma nova cidadania global, da capacidade de autodeterminação das pessoas, de novas formas de interação e articulação, da liberdade real de produção e difusão da subjetividade, da busca do saber, da informação, do exercício da sensibilidade e da coletividade. E como estou valorizando o lado ?pro? do Fórum, quero propor a vocês a constituição imediata, a partir deste encontro, de uma convocação global pela liberdade digital da humanidade, complementar à convocação global pela erradicação da pobreza lançada por diversas ONGs neste Fórum e abraçada pelo presidente Lula. Sejamos corajosos e substantivos em relação a isso. Penso em um amplo movimento nacional e internacional para a disseminação do software livre, pelo barateamento do hardware, pela construção de redes e territórios autônomos de conexão entre pessoas e grupos, pela implantação de espaços públicos de acesso wi-fi à Internet, pela globalização do conhecimento e da arte, pela defesa da diversidade cultural e pela liberdade das trocas múltiplas. Um movimento, enfim, pela disseminação da ética hacker, que não se confunde com as ações dos crackers. Vocês sabem que há no planeta uma comunidade, uma cultura compartilhada, de programadores, pesquisadores, criadores e pensadores, cuja história remonta aos primeiros experimentos de minicomputadores, e que permitiu a criação da Internet e de várias experiências de mudança. Esta comunidade, esta cultura, não se restringe mais ao software. A postura hacker, uma postura humanista, que busca a construção da nova cidadania da sociedade da informação, esta postura está presente hoje na música, na mídia, nas ciências humanas, nos projetos sociais e nos governos, constituindo uma forma atual e transformadora de ver o mundo, de encarar os desafios do presente. Hackers criam, inovam, pesquisam, alargam e aprofundam o saber. Resolvem problemas e têm uma crença radical no compartilhamento de informações e experiências. Exercitam a liberdade e a ajuda mútua e voluntária. Nossa convocação global deve levar este espírito a todas as dimensões possíveis da vida humana, em especial às ações de inclusão digital e geração de renda, emprego e cidadania. Eu, Gilberto Gil, cidadão brasileiro e cidadão do mundo, ministro da cultura do governo brasileiro, músico, trabalho no ministério e na música, em todos os fazeres e pensares que formam a minha existência, sob a inspiração da ética hacker, preocupado com as questões que o nosso mundo e o nosso tempo nos colocam, e seus paradoxos, suas contradições, suas virtudes e suas possibilidades. Em uma de minhas primeiras intervenções públicas como ministro, disse que o Ministério da Cultura passaria a ser o espaço da experimentação, o território da criatividade e da invenção, o palco das linguagens inovadoras e das ações transformadoras, um signo vivo de aventura e ousadia. Assim tem sido. Assim será. Como este debate. Como este Fórum. Como a minha peregrinação aqui em Porto Alegre. Muito obrigado". Gilberto Gil, PORTO ALEGRE, 29 DE JANEIRO DE 2005

22.1.05

Programação do Fórum Social Mundial 2005

Está no ar a programação do Fórum Social Mundial. Veja no endereço: www.forumsocialmundial.org.br

13.1.05

Os Efeitos de Borda: Subjetividades e Espaço Público

O FPES existe desde 1999 em Porto Alegre e é voltado para pensar as relações entre arte e espaço público. No Fórum Social Mundial de 2003 realizou o evento Perdidos no Espaço - série de debates e intervenções urbanas. Para o Fórum Social de 2005 foi proposto o evento Os Efeitos de Borda: Subjetividades e Espaço Público. Saiba mais no site: www6.ufrgs.br/escultura/

10.1.05

Você usa o Orkut? Leia isso.

Se vc usa o Orkut no internet Explorer, saiba que está correndo risco de ter seu perfil (e as comunidades que possui) roubados. Sim, é verdade. O pessoal do site COCADABOA descobriu isso e fez uma tremenda confusão no Orkut para alertar as pessoas disso. Lei mais nos sites: - Terra Informática - Webinsider - Cocadaboa 1 - Cocadaboa 2 Se não quiser ler, mas quiser navegar sem procupações livremente por aí, mude para o Firefox.

5.1.05

Podcasting, você já ouviu falar?

Navegando por aí, descobri alguns áudios de entrevistas disponíveis para download... fui pesquisando e descobri uma tecnologia chamada Podcasting - um "jeito" de fazer, disponibilizar e ouvir áudio, como se fosse programas de rádio. Sabe o fenômeno "blog" que vc lê direto de quem escreve? Então, chegou a hora de podermos ouvir direto de quem fala (e na hora que a gente quiser). Fica afim de montar uns programas de rádio? Fica afim de saber mais? Aí vão uns links: - www.dicas-l.unicamp.br/dicas-l/20041108.php - http://pointweb.com.br/TIetc/2004/11/podcasters-tupiniquins.htm - www.noticiaslinux.com.br/nl1102377071.html

Portal de literatura afro-brasileira

A Faculdade de Letras da UFMG lançou no final de 2004 portal LiterAfro dedicado à literatura afro-brasileira. Há material sobre dezenas de autores: Dados Biográficos, Comentário Crítico, Bibliografia, Fontes de Consulta, Links e Textos selecionados. O endereço é: www.letras.ufmg.br/literafro

4.1.05

Resultado da seleção galeria da Copasa

Saiu a lista de selecionados para o calendário de exposições da COPASA para 2005 - que se restringe a apenas cinco exposições. As propostas selecionadas foram: - Fernando Levi - Alan Fontes - Rodrigo Mogiz - Mariângela Chiari - Coletiva de desenho de um grupo de 17 artistas (Ana Paula Alves, Daniel Herthel, Sheila Neumayr, Marcel Diogo, Daniela Moreira, Henrique Teixeira, André Guimarães, Juliana Xavier, Bárbara Lacerda, Sílvia Machado, Carolina Cordeiro, Marina Damasceno, Nathália Vieira, Camila Michelini, Marcelo Prado, Breno Kimio e Adriane Nicoli) As propostas foram julgadas por Cláudia Renault, Marco Elízio de Paiva, Walter Sebastião e Maria José Fonseca. Fonte: site da Copasa.

3.1.05

Músicas do BNegão em MP3

BNegão e os Seletores de Frequência disponibilizaram suas músicas para download no site do CMI (Centro de Mídia Independente). O disco "Enxugando o Gelo" está todo lá. Parabéns pela iniciativa da banda em compartilhar seu trabalho na web. Parabéns ao CMI pelo aniversário de 4 anos no Brasil, servindo de veículo para idéias múltiplas. O link é: http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2004/06/283492.shtml Feliz 2005 para todo mundo!

30.12.04

Galeria de Arte da Cemig - Selecionados 2005

Saiu a programação da Galeria de Arte da CEMIG. Veja abaixo os selecionados: 14ª Concorrência de Talentos - Calendário para o ano de 2005 1- Raquel de Morais e Ricardo Luiz dos Reis Goiatá (Projeto Prata da Casa) pintura e fotografia. Período: de 2 de fevereiro a 23 de fevereiro.

2- Marcos Venuto - individual de aquarela e pintura sobre tela. Período: de 2 de março a 22 de março.

3- Leonora Weissmann / Agnes Farkasvolgyi - pintura. Período: de 30 de março a 19 de abril.

4- Grupo Poro - intervenção urbana/site specific Período: de 26 de abril a 15 de maio.

5- Mário Zavagli (Exposição comemorativa de aniversário da Cemig) individual de aquarela. Período: de 20 de maio a 9 de junho

6- Marcelo Kraiser - individual de fotografia. Período: de 15 de junho a 6 de julho.

7- Maria do Céu Diel e Norma Mobilon - gravura. Período: de 13 de julho a 3 de agosto.

8- Ananda Sette, Tana Guimarães e Ana Gastelois - Performance. Período: de 9 de agosto a 29 de agosto.

9- Nydia Negromonte, Mabe e Roberto Bethônico - instalação. Período: de 2 de setembro a 21 de setembro.

10- Coletiva de alunos de escolas de Artes e Design de MG Período: de 28 de setembro a 18 de outubro.

11- Miguel Gontijo - individual de desenho e pintura. Período: de 25 de outubro a 16 de novembro.

12- Exposição Especial Irapé - arte regional. Período: de 22 de novembro a 1 de dezembro.

13- Grupo Bordadeiras da Vila Mariquinhas (Exposição comemorativa de Natal) coletiva de bordado. Período: de 6 de dezembro a 8 de janeiro de 2006.

Fonte: Site da CEMIG

27.12.04

Paulo Nenflidio

Adorei ver que o site do Paulo Nenflidio também voltou ao ar. O Paulo é um artista de São Bernardo do Campo/SP cujo trabalho alia artes visuais, eletromecânica (lowtech) e música, de modo inventivo e extremamente poético. Entre seus trabalhos estão o Bicicleta Maracatu, Música dos ventos e Campainha-berimbau. Conheça mais no seu site: http://paulonenflidio.vilabol.uol.com.br/ Há textos, fotos, vídeos, sons, desenhos esquemáticos e muito mais.

Músicas do Zé Maria em MP3

A banda Zé Maria está com site novo no ar. A grande novidade é que eles disponibilizaram todas as músicas do primeiro disco e mais sete inéditas, em MP3, para download. Quem curte música eletrônica com tempero brasileiro deve conferir, pois é muito bom: www.zemaria.art.br/mp3.htm

23.12.04

Etcetera #17 no ar

A Etcetera - revista eletrônica de arte e cultura chega a sua 17ª edição: www.revistaetcetera.com.br Neste número da revista: Entrevista com Ademir Assunção, quadrinhos de Lourenço Mutarelli, ensaio sobre poesia marginal, artigo sobre os desafios do documentário brasileiro, artigo sobre as Heranças Antigas, Medievais e da Commedia dell?Arte no Teatro Popular Brasileiro, As Iluminações de Zenóbia de Maria Esther Maciel, cinema argentino, cartum, Almandrade, panorama da poesia surrealista feita na América e muito mais. Confira: Etcetera #17

20.12.04

Bolsa Pampulha - Selecionados

Saiu a lista de selecionados do projeto Bolsa Pampulha 2005 - alternativa aos salões de artes visuais, é um projeto bastante interessante de estímulo às artes plásticas e do qual outras cidades deveriam se espelhar. Antes de publicar aqui o nome dos selecionados gostaria de abordar uma questão: a lista de selecionado por Estado. Que é:
  • 4 selecionados de São Paulo
  • 3 de Minas Gerais
  • 2 do Ceará
  • 1 do Pará.
Analisando esses dados pode se ver uma aberração: apesar de ser um projeto da Prefeitura de Belo Horizonte, há mais selecionados de São Paulo do que de Minas Gerais. Nós, jovens artistas de Belo Horizonte gostaríamos de saber: se o pessoal de São Paulo já tem tanto espaço em seu estado/cidade é justo também serem os maiores beneficiados em programas de estímulo das outras cidades? Qual é a questão? Parece que São Paulo continua ditando o padrão das artes visuais no Brasil. Não há ninguém do Rio de Janeiro e nem do sul do país. Independente dos critérios de seleção, sejam todos bem vindos à Belo Horizonte no próximo ano. Os selecionados foram:
    • Ana Luiza Dias Batista - São Paulo
    • André Kawaoka Komatsu - São Paulo
    • Débora de Lima Bolsoni - São Paulo
    • João Teixeira Castilho - Minas Gerais
    • Laerte Gomes da Cunha Ramos - São Paulo
    • Marcelo de Carvalho Lima - Minas Gerais
    • Marcone José Moreira - Pará
    • Paulo Sérgio da Silva - Minas Gerais
    • Ticiano Pereira Monteiro - Ceará
    • Waléria Américo Bezerra - Ceará
fonte: site da prefeitura de BH. 28º Salão Nacional de Arte de Belo Horizonte/Bolsa Pampulha

15.12.04

Thunderbird 1.0 em português

Saiu a versão final do programa de email Thunderbird em português. O Thunderbird é feito pelo mesmo pessoal que faz o navegador Firefox. Vários sites especializados dizem que a maior parte dos vírus e invasões à computadores acontecem via Internet Explorer e Outlook Express, e aconselham que as pessoas usem um navegador e um programa de email alternativos. Já uso o Firefox e acho muito bom. Estou baixando o Thunderbird agora para experimentar... Para quem mais quiser: http://br.mozdev.org/thunderbird/ (em português) ou www.mozilla.org (em inglês) Viva o software livre!

14.12.04

ForumDoc.BH.2004

O 8º Festival do Filme Documentário e Etinográfico começa hoje, 14/12, no Centro Cultural UFMG, às 19h30 com seção comentada do Vídeo nas Aldeias. O Festival vai até o dia 23 de dezembro e a programação completa pode ser vista no site: www.filmesdequintal.com.br

11.12.04

Três revistas argentinas na web

O pessoal da argentina manda bem em design. Aqui vão três endereços de revistas dos nossos vizinhos: Acido surtido - www.acidosurtido.com.ar (não deixe de conferir os números anteriores, para cada número um site diferente) Revista Fase - www.mundofase.com (Entre no site e vá em "Fase", lá dá para navegar pelos números já publicados. Destaque para o número dedicado ao Futebol e o outro à Religião - ambos com muita ironia) Clandestina - www.clandestina.com (várias ´publicaciones´ estão disponíveis neste site. Destaque para "trips" com fotos maravilhosas)

8.12.04

"Isso" - Lançamento de livro de Juan Gelman

Dia 09 de dezembro de 2004, às 19h na livraria Quixote, vai acontecer o lançamento do livro "Isso" do poeta argentino Juan Gelman, traduzido por Leo Gonçalves. A Quixote fica na R. Fernandes Tourinho, 274 - Savassi, BHte, Brasil. O Leo preparou uma seleção de poemas e informações sobre o Gelman no site: www.salamalandro.zip.net

6.12.04

Exposição individual de Marta Neves

Dia 9/12/2004, a partir das 19h, na galeria Léo Bahia, acontecerá a abertura da exposição "Cada um goza como pode", individual de Marta Neves. A galeria fica na Av. Raja Gabaglia, 4875, Santa Lúcia - BHte, Brasil e a exposição fica em cartaz até 30 de dezembro. Mais informações: www.leobahia.com.br